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sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Marketing e o Dia das Crianças.


O mês de outubro chegou e, com ele, o Dia das Crianças. O feriado, que conta com uma expectativa no aumento de vendas em Curitiba, de acordo com a Associação Comercial do Paraná, teve sua consolidação no país a partir de uma bem-sucedida campanha de marketing! Você sabia disso?

O ano era 1923, e o Congresso Sul-Americano da Criança reunia, no Rio de Janeiro, políticos e teóricos com pautas voltadas para o desenvolvimento infanto-juvenil. Diante da repercussão positiva gerada pelo congresso, o deputado federal Galdino do Valle Filho instituiu, por meio de proposição de lei, o Dia das Crianças no Brasil. A lei veio a ser sancionada em 1924 pelo então presidente Arthur Bernardes. Ficou, assim, estabelecido o dia 12 de outubro como o Dia das Crianças.

Apesar da data de aprovação da lei, o feriado só ganhou expressividade a partir da década de 1950, quando a fábrica de brinquedos Estrela e a Johnson & Johnson criaram a campanha da “Semana do Bebê Robusto”. Durante a campanha, os pais eram estimulados a enviarem fotos de seus bebês entre seis meses e dois anos a fim de competir em um concurso, no qual o vencedor recebia prêmios e tinha a foto do bebê divulgada em revistas e jornais.

A campanha foi um meio pelo qual outras empresas, de produtos destinados ao público consumidor infantil, vieram a aderir ao feriado nacional com o intuito de alavancarem suas vendas. Seu sucesso, além da aplicação de estratégias de marketing, deve-se ao momento em que os pais, tão atarefados com a “correria” do dia a dia, dedicam um momento especial junto aos seus filhos.

De acordo com a pesquisa sobre a Expectativa de Compra e Venda para o Dia das Crianças de 2019, realizada pelo Grupo Data Censo, um dos motivos que vão animar o comerciante este ano é a liberação do FGTS, além de terem se mostrado esperançosos com a economia. Quanto ao consumidor, este demonstrou maior pretensão na compra de brinquedos, seguido de roupas, livros, calçados e eletrônicos/games. Livros e roupas apresentaram um crescimento significativo na intenção de compra (8% e 7%, respectivamente).

Estratégias de marketing e a própria publicidade infantil são assuntos delicados e geralmente polêmicos, no entanto, vale a pena conhecer mais sobre o assunto para que as regras sejam cumpridas e todos possam sair satisfeitos: marcas, consumidores e principalmente os pequenos.

Feliz Dia das Crianças!


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quarta-feira, 18 de setembro de 2019

O bigdata como tendência nas estratégias de marketing.

Se em meados de 1760, em pleno vapor da primeira revolução industrial, alguém falasse sobre um dispositivo móvel que permite a comunicação instantânea com qualquer pessoa do mundo em apenas um toque, provavelmente muitos o chamariam de louco e diriam que esse dia nunca chegaria. Mas, como bem sabemos, estes dispositivos já fazem parte do nosso cotidiano. 

De acordo com Klaus Schwab, no livro “A Quarta Revolução Industrial”, de 2016, tivemos três grandes revoluções que envolveram o contexto mercadológico e também tecnológico da indústria, e agora estaríamos, portanto, vivendo uma quarta. Na primeira revolução industrial, o marco foi o desenvolvimento das máquinas a vapor, já na segunda, a eletricidade foi a protagonista nas transformações dos modos de produção. Na terceira, a automação das máquinas e o uso dos computadores anunciavam o que ainda estava por vir. A Quarta Revolução Industrial, também conhecida como “revolução digital”, é a que que traz mudanças ainda mais significativas nos processos, na velocidade, quantidade de informações e nos hábitos de consumo.

Nesse novo cenário, as fábricas precisam estar cada vez mais integradas, interligando todos os setores com informações em tempo real. E o big data é a tecnologia que coleta uma grande quantidade de dados para armazenamento e processamento, e então extrai insights em tempo real, podendo ser utilizado para diversos fins em uma empresa, como redução de custos e melhoria nos produtos. Utilizar o big data para auxiliar nas decisões estratégicas de marketing é algo que está se popularizando no mundo corporativo; e, de acordo com pesquisas, até 2022 será imprescindível para 90% das empresas usar os dados extraídos da big data para se manterem competitivas no mercado.

Um bom caso sobre o uso de big data no marketing é o do McDonald’s, o qual se utiliza de dados como gênero, localização, fotos, idade e assuntos mais discutidos nas redes sociais para transformar essas informações em uma ferramenta que auxilia na criação de comunicações assertivas, criando identificação do consumidor com a marca. Com o big data no marketing é possível personalizar a experiência de consumo, cruzando dados e encontrando padrões do consumidor para se destacar dos concorrentes. Entender melhor o negócio e o mercado à sua volta é vital para todas as empresas se manterem competitivas. O big data é uma tendência não só para o marketing mas para toda a indústria 4.0 também. 

Fique de olho e até a próxima. : )



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segunda-feira, 20 de maio de 2019

25 blogs imperdíveis sobre Marketing

Já noticiamos por aqui alguns links importantes para o mundo do marketing, elencando os sites e portais mais interessantes sobre o assunto. Desta vez, vamos listar alguns blogs – criados por especialistas, estudiosos e profissionais da área – que podem contribuir na busca de referências para trabalhos acadêmicos e outros projetos, como nossos integradores. 

Abaixo, você confere uma lista imperdível de 25 blogs para acompanhar sempre que possível e ficar por dentro de tendências, casos de sucesso, notícias, entre outras informações do setor, que incluem marketing de conteúdo, mundo digital e muito mais. Nossa lista é inspirada em várias outras listas de indicações por aí. Aproveite! : )


1. Content Marketing Institute: para saber tudo sobre o universo do marketing de conteúdo, acesse esse link.

2. Backlinko: aqui, você vai conhecer mais sobre Search Engine Optimization(SEO), incluindo ferramentas e plataformas.

3. Hootsuite: esse blog é voltado ao marketing digital e também funciona como uma plataforma para gerenciamento de redes sociais, aliás, uma das mais conhecidas e utilizadas do mercado.

4. Inteligência Rock Content: a Rock Content produz muito conteúdo voltado ao ambiente da comunicação digital, e esse espaço, em especial, é voltado a inteligência e pesquisas de mercado, com informações preciosas para profissionais da área. 

5. Resultados Digitais: se você quer saber mais sobre a melhor forma de construir uma estratégia de marketing digital, esse blog é ideal para ajudar nesse processo. 

6. Neil Patel: artigos completos sobre marketing digital, além de cases atuais e experiência verdadeira sobre o assunto.

7. HubSpot: e-books, infográficos, estudos de casos, vídeos e muito mais sobre Inbound Marketing direto de quem difundiu esse assunto na web e fora dela.

8. Buffer: se você deseja aprender mais sobre redes sociais, incluindo análise, monitoramento e conversões, o Buffer é uma boa dica de blog para acessar. 

9. Think With Google: quando tem Google no nome, é porque dá pra confiar, você não acha? Nesse blog, você encontra tudo sobre as tendências e transformações do mundo digital. 

10. Contently: um dos blogs de marketing mais avançados sobre marketing de conteúdo do mercado. Regularmente, eles criam posts extensos e densos sobre táticas e técnicas do mundo do conteúdo. Se você está por dentro do que há de mais atual no content marketing, esse blog é indispensável!

11. Mashable: site de notícias e tendências, o Mashable é uma das referências mais reconhecidas dentre esse tipo de site. Com sessões especiais de negócios, redes sociais, tecnologia e lifestyle (além de muitas outras), o site é incrível para descobrir o que seu público-alvo consome, pensa e faz.

12. Midiatismo: saiba mais sobre tecnologia, marketing digital e start ups nesse blog do publicitário Dennis Altermann.

13. Shopify: para ficar por dentro das novidades, estratégias e resultados sobre comércio eletrônico em lojas virtuais ou e-commerces e empreendedorismo digital como um todo. 

14. Customer.io: um blog com foco em marketing outbound, com conteúdos que envolvem humor, psicologia e dicas práticas.

15. Kissmetrics: aqui, você vai encontrar conteúdos e informações sobre marketing digital, vendas, tendências e analytics.

16. SalesForce: atendimento ao cliente, vendas e outros temas relacionados ao marketing.

17. Semrush: uma das mais populares ferramentas de Search Engine Marketing(SEM) do mercado, esse blog traz estudos e insights relevantes, além de artigos bastante completos sobre o tema.

18. Social Media Today: uma ótima fonte para quem quer saber mais sobre marketing digital e sobre o universo das redes sociais. 

19. Unbounce: essa é uma das maiores referências do mundo em conversão, e o blog não poderia ser diferente. Com artigos de vários assuntos, mostra formas diferenciadas de obter resultados em negócios digitais. 

20. Copyblogger: o nome já diz tudo, esse blog é para quem atua ou quer atuar com copywriting, uma excelente fonte de informação para redatores web e profissionais de SEO.

21. Moz: uma empresa especialista em SEO, que tem um dos melhores blogs da área. Os conteúdos são especializados e produzidos pelos grandes nomes do mercado. 
  
22. Fast Company: dicas sobre empreendedorismo, estratégias de crescimento e de marketing por meio de notícias e análises bem interessantes.

23. Marketo: traz diversas temáticas relevantes em marketing a partir de uma perspectiva da tecnologia, com conteúdos atuais, condizentes com a realidade de transformação digital que vivemos.

24. Agência Mestre: uma das maiores https://www.b9.com.br/ em SEO do Brasil, o blog da Agência Mestre oferece conteúdos importantes e bem diretos sobre o assunto.

25. B9: um dos blogs de maior destaque no cenário brasileiro da publicidade, com postagens sobre marketing, comunicação, mídias sociais, campanhas, criatividade, cobertura de eventos, entre outras.


Essa é a nossa lista. Você já montou a sua? : )


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sexta-feira, 26 de abril de 2019

O que é m-commerce e porque você deve conhecê-lo!



Com toda certeza, você já ouviu falar de e-commerce e talvez até já tenha realizado uma compra on-line, ou duas, quem sabe três. Talvez você seja daqueles que compram com frequência e já perdeu as contas de tantas vezes que já realizou tais transações ou, ainda, seja do time dos que têm receio de comprar on-line. Independentemente da sua experiência como consumidor, uma coisa é fato: o e-commerce no Brasil não está de brincadeira. E nem mesmo o m-commerce: uma derivação do primeiro, que tem no “m” uma referência ao mobile, significando a compra realizada via internet por meio de tais ferramentas, como smartphonese aplicativos como o próprio WhatsApp.

Quando falamos em Marketing, sobretudo no contexto digital, hoje é quase impossível não pensar em estratégias que contemplem as diferentes telas às quais somos submetidos a todo o tempo: tela do computador, tela do celular, tela do tablet – em alguns momentos, todas ao mesmo tempo. Por isso, presença e interação no canal digital devem estar alinhadas ao contexto e universo multitela; não somente pelo comportamento de navegação atual, como também pelas oportunidades de sinergia entre os diferentes canais e ativos. Quem hoje não utiliza o smartphoneem uma loja física para saber mais sobre o produto, compará-lo em tempo real? É somente um dos exemplos de como a própria jornada de compra foi alterada pelo canal mobile. 

A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios(PNAD) de 2015, divulgada pelo IBGE em 2016, demonstrou que o celular se tornou a principal forma de acesso à internet no Brasil - portanto, estamos há praticamente trêsanos vendo uma escalada no comportamento de navegação que contempla os dispositivos móveis como prioridade de acesso. Segundo dados do último relatório Webshoppers, da E-bit, um dos estudos de maior credibilidade sobre e-commerce no Brasil, as vendas via m-commerce representaram 42,8% de todos os pedidos do e-commerce brasileiro em janeiro de 2019. Em 2018, enquanto o e-commerce total cresceu 12%, o m-commerce cresceu 41% no mesmo período. Outro dado apontado pelo estudo é que seteem cada 10 brasileiros possuem um smartphone. Esse dado é particularmente interessante quando diferentes estudos apontam que a parcela da população com menor renda opta por apenas um dispositivo em seu acesso à internet: o próprio. 

“Atualmente, dispositivos móveis concentram oportunidades para todos os tamanhos de negócio, portanto, é essencial pensarmosna responsividade dos conteúdospara os canais digitais, sobretudo se a marca em questão tem ou pode ter uma relação mais direta com qualquer interação ou intenção de compra via mobile”, comenta Bruno Real, professor de E-business, Comunicação On-Line, entre outras disciplinas dos cursos de Marketing e Publicidade e Propaganda do UNICURITIBA.    



Esse assunto é extenso e vale uma boa pesquisa. Por isso, se você quer saber mais sobre o tema, recomendamos uma pesquisa em casos interessantes de marcas como Mercado Livre, iFood, Netshoes, Magazine Luiza, Americanas, Wish, entre outras,que vêm faturando bastante via m-commerce. Ou, se preferir, continue acompanhando nosso blog e conferindo novidades e cases como esses.  
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sexta-feira, 5 de abril de 2019

O Marketing e o WhatsApp

Já houve um tempo em que falar do “futuro” do Marketing era citar conectividade total nas campanhas, transparência nas relações de consumo e o uso de canais variados (o conhecido omnichannel) para as estratégias de vendas e de comunicação. Embora essas ainda sejam fortes tendências para 2019, o fato é que muitas empresas já estão realizando hoje mudanças que visam à satisfação do consumidor em curto, médio e longo prazo, fazendo uso daquilo que parecia distante em termos de ferramenta.

A Prezunic, uma rede carioca de supermercados, recentemente começou a enviar aos clientes ofertas exclusivas pelo WhatsApp. O canal se chama Zap Prezunic e, por meio dele, o consumidor recebe diariamente as principais ofertas do dia. Para fazer parte do grupo, o usuário deve salvar o número fornecido pela marca e enviar uma mensagem com o texto “Ofertas Prezunic”. A partir daí, o cadastro é confirmado e ele passa a receber sugestões diárias de promoções da rede. Uma iniciativa que tem tudo pra dar certo e virar referência para outros supermercados, além de mostrar a força com que ferramentas como o WhatsApp vêm conquistando nas estratégias de marketing atuais.

De acordo com uma pesquisa realizada com 1400 brasileiros pelo Grupo Croma, o WhatsApp é atualmente o mais acessado pelos usuários em todas as ocasiões de uso – incluindo aquelas com fins profissionais, à frente de outros canais altamente movimentados como Facebook e Instagram. Estudos indicam, ainda, que o app possui mais de 120 milhões de usuários no país e que o brasileiro passa em torno de nove horas por dia on-line, com uma média 85 de “conferidas” diárias.

Atualmente, 71% dos consumidores “móveis” brasileiros são usuários ativos mensais de Mobile Commerce ou m-commerce. Isso significa que fizeram, ao menos, uma compra pelo smartphonenos últimos 30 dias. A conclusão é da pesquisa Panorama Mobile Time / Opinion Box, que também conclui que o WhatsApp – junto com o Facebook Messenger – só crescem na preferência de taisconsumidores. A pesquisa ouviu mais de 2.000 brasileiros e revelou que as mulheres (73%), mais do que os homens (65%), preferem comprar pelo celular ao invés de usar o computador. No total, 69% dos consumidores que participaram do estudo afirmaram que preferem comprar pelo celular.



Saiba mais sobre a rede Prezunic: https://www.prezunic.com.br/

Fonte: Portal Consumidor Moderno.
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quarta-feira, 27 de março de 2019

Já ouviu falar no SXSW? Saiba o que rolou por lá.





Antes de tudo, é bom apresentar o evento primeiro. Caso você ainda não conheça, o SXSW ou South by Southwest é um dos maiores eventos de inovação do mundo, realizado anualmente no mês de março em Austin, no Texas, EUA. Lá, são abordados temas como cinema, música e tecnologia – ou seja, áreas que tem tudo a ver com marketing. O primeiro SXSW ocorreu em 1987 e, desde então, as edições vêm crescendo; em 2011, o South by Southwest durou 10 dias.

Esse ano, o evento ocorreu entre os dias 8 e 17 de março e teve como principais temas abordados: o Blockchain 3.0; a evolução dos Transportes e Serviços Delivery; o futuro do trabalho com Robótica e Inteligência Artificial; Serviços de Streamings e Cross Reality. Mais de 300 mil visitantes passaram pelo local, incluindo 1.600 brasileiros ligados em tudo o que ocorreu nos 20 tracks de conteúdo e informação.

Com certeza, o evento trouxe muita novidade e possibilidades para a área de marketing. Por enquanto, o que podemos afirmar é que as tendências giram em torno, claro, do mundo virtual e estão ficando cada vez mais impressionantes. Um tema que foi destaque em todas as áreas foi a conexão da tecnologia com as pessoas. As empresas, marcas, produtos e serviços estão sendo voltadas para as necessidades humanas, e não só para os negócios. No site oficial do evento, https://www.sxsw.com/ você pode ler muito mais a respeito. E, se ficou interessado(a), o próximo festival já tem data confirmada em 2020: será entre os dias 13 e 22 de março, novamente no Texas.
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sexta-feira, 15 de março de 2019

O QUE TODO CONSUMIDOR MERECE



Estava viajando, e precisava comprar um presente...

- Um perfume! Isto mesmo, um perfume!

Dirigi-me dirigi ao shopping da cidade onde estava e fui direto à perfumaria.

Entrei na perfumaria e comecei achar que não tinha sido uma boa ideia. A variedade de perfumes que se espalhava pelas prateleiras era enorme, e eu um leigo no assunto.

Já estava pensando em ir embora e comprar uma camiseta quando uma das atendentes me ofereceu ajuda. Começamos conversar, e ela fez uma verdadeira pesquisa sobre a minha necessidade. Perguntou se o perfume era para mim ou para presente, como era a pessoa que receberia se fosse mesmo um presente, tipo físico, gostos, como se vestia, etc. Só então começou a me apresentar os produtos que tinha, descrevendo detalhadamente cada um deles, composição, aromas, aplicação, perfume para o inverno, perfume para o verão...


Após o terceiro perfume aspirado, eu já não sentia mais a diferença entre eles, foi quando a atendente me ofereceu um frasco com grãos de café para que eu o aspirasse e, assim, neutralizasse o efeito aromas provados. Achei o máximo! Continuamos a maratona, frascos e mais frascos, mais uma cheirada no café...


Por fim, decidi por um determinado perfume, e quando estava escolhendo o maior frasco, surpreendi-me com o posicionamento da atendente, que disse:


- Eu o aconselho a levar o frasco menor, pois pelo que o senhor me disse a pessoa não usa perfume em grande quantidade, e o perfume perde suas características com o tempo.


Saí da perfumaria supersatisfeito, leve, com a sensação de ter feito uma das melhores compras da minha vida. Senti-me realmente único dentro da perfumaria. A atendente poderia ter deixado que eu levasse o frasco maior, mas não o fez. Ela não vendeu um frasco de perfume, vendeu qualidade de atendimento. Aliás, deu um verdadeiro show de atendimento. A experiência de compra foi tão marcante que toda vez que tenho oportunidade eu conto esse caso.


Ah! Que bom se todo o consumidor fosse sempre atendido assim.

Em nome de todo o curso de Marketing, uma mensagem do Professor Marcos Lucato a estes e estas que são a razão de todas as nossas estratégias, produtos, serviços e campanhas: os consumidores.

15 de março, Dia Mundial do Consumidor.
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

O que vem por aí (além das férias!)

As férias finalmente estão chegando, mas você sabe: o departamento de Marketing nunca para. Ao contrário, está sempre de olho no futuro. Por isso, trouxemos pra você um estudo divulgado pela WGSN Insider durante a comemoração dos 30 anos da P&G no Brasil. De acordo com o portal da revistaConsumidor Moderno, alíder mundial em previsão de tendências realizou uma pesquisa para mapear as principais intenções de comportamento dos brasileiros para os próximos dois anos, a pedido da marca de bens de consumo. A análise teve como foco um diálogo a partir das demandas e desejos dos consumidores relacionados a três temas-chave: diversidade, sustentabilidade, família. 
Confira abaixo o resultado, na íntegra, e prepare-se: 2019 vem com tudo por aí.

Pilar: sustentabilidade

1- Sistemas ecossociais: a grande maioria dos entrevistados avalia que, no futuro, será essencial multiplicar as atitudes positivas e pensar na redução, reutilização, recuperação e reciclagem de materiais e de energia.

2- Um mundo pós-plástico: nessa outra tendência apontada pelo estudo, os brasileiros dizem acreditar que fabricantes de produtos de limpeza e beleza buscarão soluções que evitem a utilização do plástico. Os consumidores pensam “além do canudo”, mas o desprendimento é difícil, já que o material é altamente utilizado.

3- Descartáveis renováveis: o terceiro conceito revela a crença de que o reaproveitamento de materiais não será mais nichado. A compra de produtos reutilizados se tornaria cada vez mais acessível.

Pilar: diversidade

4- A nova maioria: a tendência é de que grupos antes marginalizados serão mais ouvidos, ganhando voz política. “Teremos, pela primeira vez, uma maioria formada por minorias”, disse Luiz Arruda, head de mindset da WGSN na América Latina. A percepção é de que a exclusão histórica de diversas minorias não é mais aceita, e a educação é chave para quebrar essas barreiras. Além disso, os entrevistados acreditam que esse é um movimento que começa entre os mais jovens, mas já atinge os mais velhos.

5- Beleza fora do padrão: será cada vez mais aceita e, inclusive, usada em campanhas de comunicação de grandes empresas. Os respondentes acreditam que as empresas estão se tornando cada vez mais responsáveis por “levantar a bandeira da diversidade”.

6- Os imperfeccionistas: as pessoas passarão a aceitar mais as suas falhas A quebra dos padrões estéticos ganha força, principalmente, entre os mais jovens, que enxergam imperfeições e defeitos como traços que reforçam a personalidade. “Para a P&G, entender como os consumidores enxergam conceitos relacionados à diversidade é de extrema importância, uma vez que essa é uma questão fundamental na construção da cultura da nossa organização”, analisou Juliana Azevedo, presidente da P&G Brasil.

Pilar: família

7- Co-parenting: menos casais e mais duplas. No futuro, a criação dos filhos ampliará o número de configurações possíveis. Isso se deve, principalmente, ao fato de os millennials estarem redefinindo o significado da paternidade, sendo a principal geração a enraizar a ideia da educação em conjunto. Para os entrevistados, os modelos não-tradicionais de família estão presentes há muito tempo, mas só vem ganhando projeção nos últimos anos, e os estereótipos de gênero, enraizados no cotidiano, começaram a se diluir.

8- Pais conectados: são pais que buscam trocar experiências e aprendizados on-line.

9- Maternidade real: mais humanizada, a maternidade terá seus desafios abertamente discutidos.

(Fonte: Portal Consumidor Moderno, acesso em 09/12/2018.)



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segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Marketing disruptivo: fica a dica.

Os ambientes disruptivos estão em toda a parte. Você já deve ter ouvido falar de Airbnb, do Uber e de diversos outros modelos de negócios que tem como essência rever modelos de trabalho, processos de produção e diversos outros aspectos que acabam tornando a empresa uma inovação no mercado.

No post anterior, falamos de sete passos que uma empresa pode cumprir para que tenha como resultado a disrupção – ou o início de um processo disruptivo. Para os profissionais de marketing, é cada vez mais importante conhecer esse modelo de negócios e suas implicações na construção de um plano de marketing mais adequado e eficiente.

Se você deseja se aprofundar no tema, separamos uma sugestão de leitura:

No livro “Marketing para ambientes disruptivos”, o autor Edmir Kuazaqui mostra algumas soluções sobre como agir em circunstâncias turbulentas, disruptivas e de rápidas mudanças. O mundo atual exige proatividade. Manter a mesma forma de administrar e pensar é um anacronismo presente em diversas organizações e na própria sociedade. 




Nesse contexto, o autor traz um novo olhar para assuntos como marketing, planejamento estratégico, gestão ambiental, governança corporativa entre outros tópicos, que precisam ser repensados pelos estudantes e profissionais da área que desejam permanecer atentos às mudanças do mercado. Vale a pena conferir! Além das leituras, continue pesquisando cases de sucesso e avaliando o seu papel nas mudanças que ainda virão.
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quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Você sabe o que é disrupção? (Part1)

Atualmente, diversas companhias possuem, em sua essência, a inovação. Elas surgiram e cresceram ao tentar mudar o que era padrão. Serviços de streaming, disponibilidade de plataformas gratuitas para o upload de vídeos, compartilhamento de veículos e apartamentos são alguns exemplos. Assim, agências de comunicação e profissionais de marketing também precisam se reinventar e buscar a disrupção. Mas você sabe o que é isso? Já ouviu falar em marketing disruptivo ou para negócios disruptivos? As inovações disruptivas são aquelas que provocam uma ruptura no antigo modelo de negócios. Elas normalmente favorecem o aparecimento de novos entrantes no mercado, afirma um especialista.

Aqui, trazemos sete passos para que uma marca se torne disruptiva: 


1.    Sair da zona de conforto

As marcas disruptivas são vistas como muito diferentes da concorrência.  Marcas que são estabelecidas nunca devem parar de identificar a próxima grande inovação, até mesmo mudanças relativamente pequenas que podem melhorar a experiência do consumidor e agregar valor significativo à vida dos clientes. 

2.    Saber o que precisa mudar

Saber como as pessoas pensam, sentem e se comportam em relação a uma marca pode, muitas vezes, revelar uma oportunidade imediata de crescimento. 

3.    Conhecer o valor da marca

A maioria dos profissionais de marketing presume que crescimento significa atrair novos consumidores, desde que os clientes estejam dispostos a trocar informações pessoais com a marca. O consumidor quer contribuir e quer sentir que o anunciante está realmente o entendendo como indivíduo. 

4.    Inspirar-se no consumidor 

A inovação é uma solução óbvia para marcas que enfrentam dificuldades em se estabeleceram como disruptivas. Mas não é a única resposta. Design, distribuição, atendimento ao cliente e estratégia de comunicação também auxiliam nesse processo. Uma ideia disruptiva pode vir de qualquer lugar. 

5.    Investir para fazer a diferença

Gastar mais não significa ter resultados melhores. Segundo a profissional da Kantar Brasil Insights (empresa de pesquisa), Millward Brown, é importante dimensionar o orçamento de acordo com a tarefa. “A empresa precisa ter um budget alocado para a disrupção. Isso inclui investigar, planejar, executar e até mesmo corrigir as rotas”, aponta. 

6.    Aprender rápido para obter melhores resultados

Mesmo com um ótimo produto, uma marca pode falhar. Para que os profissionais de marketing possam identificar as oportunidades e corrigir um erro, é essencial ter um feedback rápido. Os responsáveis por essa área devem aprender com o próprio processo e ter um monitoramento contínuo sobre o que está funcionando ou não.

7.    Melhorar a eficácia do marketing

Os profissionais de marketing precisam avaliar o que está acontecendo com a marca e a resposta de seus consumidores. Estudos recentes sobre o desempenho do anunciante e da publicidade fornecem dados para otimizar os gastos futuros: a análise de campanhas anteriores, por exemplo, pode ajudar a identificar quais canais de mídia são mais produtivos. O que ainda auxilia na melhora de Retorno Sobre Investimento (ROI) digital e a preencher a brecha ostensiva entre comportamento e atitudes dos clientes. Os profissionais de marketing precisam de informações atualizadas sobre como os clientes em potencial visualizam a marca e suas atividades para obter a confiança e criar o valor necessários.



Siga essas dicas e fique de olho: esse tema – tão abordado ultimamente em portais de marketing e comunicação – volta logo mais aqui no blog, com mais informações.









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sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Quem é o NEOCONSUMIDOR?





As mudanças dos hábitos de consumo e a necessidade de um relacionamento cada vez mais próximo entre marca e cliente trouxeram à tona a discussão sobre um novo perfil de consumidor: o neoconsumidor. Ele é digital, faz pesquisas antes de efetuar uma compra e possui voz ativa no ambiente on-line. Suas principais características são:


  • Digital, global e omnichannel;
  • Consciente em relação à compra e causas sociais;
  • Possui necessidades individuais e específicas;
  • Tem grande conhecimento sobre o produto ou serviço e busca por experiência no PDV (ponto de venda);
  • Identifica-se com o uso compartilhado através de aplicativos e plataformas digitais;
  • Busca novas ideias, tem valores culturais e propósitos;
  • Valoriza o “consumo autoral” e apoia a economia local de pequenos produtores;
  • Além disso, é prossumer: eles têm blogs, sites, perfis em redes sociais. Criam e consomem conteúdo. Compartilham, comentam, participam de debates e discussões, sendo até mesmo influenciadores digitais de determinadas marcas. Como aproximar-se do neoconsumidor?

O desenvolvimento das estratégias de marketing é o que determinará a aproximação ou não com o consumidor digital. Para isso, é necessário: 

  • Ter redes sociais ativas
Para melhorar o relacionamento da empresa com o cliente on-line, o primeiro passo é marcar presença nas redes sociais. Então, a criação de uma página comercial nas mídias mais populares (como Facebook e Instagram, por exemplo) é fundamental. Não esqueça de que o mais importante é mantê-las ativas e pensar em como alimentá-las adequadamente para a sua audiência. Já para conquistar a confiança do consumidor digital, é preciso oportunizar a interação por meio desses canais. Responder perguntas, agradecer elogios, fomentar comentários e participação nas postagens — todas essas são ações que desenvolvem a empatia do cliente em relação à sua empresa.


  • Investir em marketing de conteúdo
No seu site e/ou blog, é importante apresentar conteúdos relevantes, não somente os ligados à empresa ou às ofertas de serviços/produtos que você coloca no mercado. Os conteúdos permitem que a sua página esteja mais bem posicionada nos mecanismos de busca, além de atraírem o consumidor. O marketing de conteúdo é uma estratégia que busca engajar o público-alvo por meio de postagens que instruem, fornecem entretenimento e informam. O consumidor fica envolvido de forma natural, e os relacionamentos são construídos, gerando mais visibilidade para a empresa e uma grande vantagem competitiva.


Sendo assim, o estudo sobre este novo perfil de consumo é de extrema importância para obter bons resultados. Entender quais são seus principais objetivos, valores e desafios e o que ele espera no momento da compra é essencial para a fidelização e satisfação.
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segunda-feira, 24 de setembro de 2018

Loja virtual x loja física: existe melhor ou pior?

As previsões do Webshoppers, estudo da Ebit, empresa especializada em informações sobre o comércio eletrônico brasileiro, apontam o ano de 2018 com crescimento de 12% nas vendas pela internet e um faturamento estimado em R$ 53,5 bilhões. O Brasil deve fechar o ano com mais de 60 milhões de compradores virtuais estimulando a indústria.





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sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Séries relacionadas ao mundo do Marketing: não deixe de ver

Chega o fim de semana e, entre baladas ou passeios, um dos melhores programas é ficar em casa acompanhando muitos episódios de alguns seriados, não é mesmo? Mas você já pensou em colocar algumas séries sobre Marketing nas suas maratonas de sábado e domingo? Os alunos e professores do nosso curso indicaram algumas séries relevantes sobre o tema, que você precisa acompanhar:

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quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Sobre Gerações - com Isaak Soares (Parte 2)

Saiu a 2ª parte da entrevista com o Professor Isaak sobre gerações!

Clique, assista e adquira mais conhecimento:



Até logo!


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segunda-feira, 3 de setembro de 2018

A mulher como protagonista no mundo dos negócios e do Marketing

Não é surpresa que as mulheres têm alcançado lugares de destaque em todo o mundo, seja na política, economia, tecnologia e em outras áreas que eram comumente dominadas por figuras masculinas. E não é diferente no empreendedorismo e no Marketing. 

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terça-feira, 14 de agosto de 2018

Sobre Gerações - com Isaak Soares

Para entender as diferenças entre gerações e sua importância para a área do Marketing, nossa aluna Karine Oliveira entrevistou o Mestre em Administração e Professor do Unicuritiba: Isaak Soares.

Na primeira parte deste papo foram analisadas duas perspectivas: O que é o estudo geracional e quais são as diferenças que esse estudo pode gerar, quando aplicado em outros países.

Acompanhe o vídeo a seguir e fique por dentro do universo das gerações:






Até logo!


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terça-feira, 5 de junho de 2018

05 de Junho: Dia Mundial do Meio Ambiente

           Incentivar atitudes sustentáveis e torná-las parte do cotidiano é cada vez mais essencial no mundo dos negócios, além de ajudar a reduzir drasticamente o impacto no meio ambiente. Sejam ações praticadas por empresas, governo ou pessoas, a atuação sustentável deve ser sempre incentivada e compartilhada para tornar o mundo melhor e mais sustentável. Aqui no curso de Marketing, buscamos também fazer isso em nossas ideias e projetos. : )

A sustentabilidade nas empresas

            Muitas empresas já têm demonstrado essa preocupação, fomentando iniciativas de cuidado ao meio ambiente em suas operações. Sempre na busca de reduzir o desperdício e utilizar de modo racional os recursos naturais como a água, energia e matérias-primas. Hoje, o desafio para essas empresas é desenvolver produtos que promovam mudanças ambientais, ou que tenham um design voltado para reaproveitar embalagens, utilizar menos matérias-primas e promover cadeias produtivas que respeitem a natureza. Nesse sentido, a sustentabilidade corporativa prova que este é um processo em que todos ganham: as empresas (em competitividade, rentabilidade e imagem), as pessoas em qualidade de vida e o planeta com a preservação do meio ambiente.


São muitas as atitudes sustentáveis que estão ao alcance das empresas, veja algumas delas:


- Tratar os principais resíduos decorrentes de sua produção;
- Reciclar o lixo e reutilizar a água;
- Buscar a utilização de formas alternativas de energia, dando ênfase a fontes renováveis;
- Investir em pesquisa e desenvolvimento voltados (P&D) à inovação com foco em sustentabilidade, o que pode agregar novos mercados aos seus produtos, uma vez que muitos consumidores já priorizam empresas que estejam atentas à questão;
- Analisar o ciclo de vida de seus produtos, verificando seus impactos desde a fabricação até o descarte.

A meta é carbono zero

            Com o uso de energia limpa, a subsidiária brasileira da fabricante francesa de cosméticos L’Oréal reduziu as emissões de carbono acima da média global da companhia. Com 42 fábricas no mundo, o grupo L’Oréal, do setor de cosméticos, aumentou em 29% o volume de produção global em relação aos níveis de 2005, ano escolhido como base de comparação de vários indicadores ambientais. Mesmo com esse crescimento — que demanda o uso mais intenso de insumos como a energia —, a empresa conseguiu diminuir as emissões de carbono em 67% no período. No Brasil, o resultado foi ainda mais expressivo, com uma redução de 72% nas emissões. Esses números são importantes para a companhia atingir sua meta de neutralizar todas as emissões de gases de efeito estufa até 2020.


  Fábrica da L’Oréal em São Paulo: troca de combustível fóssil por etanol | Leandro Fonseca


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